Um homem de 24 anos foi detido em Itacoatiara, no interior do Amazonas, suspeito de estupro, aliciamento, perseguição, e de registrar e divulgar conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.
A investigação teve início em 2025, depois que a diretora da escola percebeu a aproximação do homem com os alunos, incluindo uma criança de 12 anos, e acionou as autoridades. Todas as vítimas estudavam na mesma escola, e as mensagens partiam de perfis falsos.
Segundo a Polícia Civil do Amazonas, o suspeito usava perfis falsos nas redes sociais para atrair as vítimas, marcar encontros e, depois, gravar imagens com as quais passou a ameaçar as crianças para que não denunciassem.
conforme informação divulgada pela Polícia Civil do Amazonas.
Como o suspeito agia
De acordo com o relatório policial, o homem criava contas falsas para trocar mensagens com as crianças, enviar fotos e combinar encontros. Em um dos casos, a vítima, A primeira foi uma criança de 12 anos, foi levada a um shopping e, depois, para a casa do suspeito, onde o abuso teria ocorrido.
Ainda conforme as apurações, ele gravou fotos e vídeos, e ameaçou divulgar o material caso a criança contasse o que havia acontecido. Em outro episódio, uma criança de 11 anos recebeu mensagens em perfis falsos, e o suspeito dizia que queria namorar com ela, afirmava ser rico e influente, o que aumentava o temor das vítimas.
Investigação e prisão
A delegada Mayara Magna, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente, informou que o suspeito já respondia a processos, e que novas apurações foram abertas na unidade. Segundo a investigação, ele já respondia a cinco processos na unidade e a outro em Itacoatiara.
Ao descobrir a investigação, o homem fugiu para Itacoatiara, onde foi localizado por equipes do Departamento de Polícia do Interior (DPI), com apoio da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) do município. Ele foi preso e encaminhado às autoridades locais.
Situação processual e medidas
O suspeito deve passar por audiência de custódia e ficará à disposição da Justiça. As autoridades seguem investigando para identificar se há outras vítimas e responsabilidades por divulgação de material.
Orientações e prevenção
Especialistas e policiais reforçam a importância de diálogo entre escola e família, supervisão do uso de redes sociais por menores, e denúncia imediata diante de sinais de aproximação indevida, chantagem ou troca de imagens íntimas.
Qualquer informação sobre casos semelhantes deve ser comunicada à delegacia local ou via canais oficiais de denúncia, para proteger crianças e adolescentes e acelerar investigações.












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