Pastor preso em Manaus por suspeita de estupro de vulnerável, acusado de abuso de criança de 10 anos durante aulas de bateria, prisão preventiva cumprida pela polícia

Prisão preventiva foi cumprida no bairro Santo Agostinho, Zona Oeste de Manaus, após denúncia da mãe que ouviu conversa entre filhos, investigação começou em novembro de 2025

Um líder religioso, de 40 anos, foi preso nesta quinta-feira, por suspeita de atacar sexualmente uma criança de 10 anos, segundo a Polícia Civil do Amazonas.

A mãe da vítima fez a denúncia depois de ouvir uma conversa entre os filhos, e a investigação sobre o caso teve início em novembro de 2025, conforme apurado pela polícia.

Durante as diligências, o suspeito foi localizado e levado à delegacia, ele negou o crime, conforme informação divulgada pela Polícia Civil do Amazonas.

Como a investigação começou

Segundo a delegada Mayara Magna, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente, a família confiava no homem, que dava aulas de bateria para adolescentes.

A delegada relatou que o suspeito reservava um horário exclusivo para a vítima e que, nessas ocasiões, ficavam sozinhos e, segundo ela, “A família confiava nele. O homem dava aulas de bateria para adolescentes e reservava um horário exclusivo para a vítima. Nessas ocasiões, ficavam sozinhos e os abusos aconteciam”, disse a delegada.

O relato da criança e a denúncia

Ao ser questionada pela mãe, a criança disse que não revelou nada porque o suspeito pediu para manter segredo, segundo a delegada Mayara Magna.

Com base nessa comunicação entre os filhos e na posterior denúncia da mãe, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi cumprida no bairro Santo Agostinho.

Medidas legais e situação do suspeito

O homem vai responder por estupro de vulnerável, passará por audiência de custódia e segue à disposição da Justiça. Durante a condução à delegacia, o suspeito negou o crime.

As autoridades ressaltam a importância de denúncias e da atuação especializada para proteger crianças e adolescentes, e informaram que o caso segue em apuração pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente.