A pesquisa vai traçar um panorama inédito sobre a saúde mental de brasileiros a partir de 18 anos, com entrevistas domiciliares e amostra representativa, aplicada por entrevistadores treinados.
Além de medir depressão e ansiedade, o levantamento vai avaliar o uso de álcool e outras drogas, e comportamentos relacionados ao suicídio, para apoiar políticas públicas e o SUS.
Participam da fase piloto oito localidades, incluindo Manaus, com entrevistas presenciais de duração média de 60 minutos, e a participação é voluntária, conforme informação divulgada pelo Ministério da Saúde.
O que diz o estudo e quem participa
Segundo o material do ministério, “Manaus vai participar da fase piloto da Pesquisa Nacional de Saúde Mental (PNSM-Brasil), projeto inédito do Ministério da Saúde que busca mapear a saúde mental da população adulta.”
O documento também afirma que “O estudo é o primeiro de base populacional voltado para brasileiros com 18 anos ou mais.” Essas frases confirmam o caráter inédito e a abrangência por faixa etária do levantamento.
Como serão as entrevistas e a amostragem
As entrevistas serão presenciais, em domicílio, com uma pessoa sorteada por residência, e têm tempo médio de aplicação de 60 minutos, usando equipamentos eletrônicos e entrevistadores treinados.
Na descrição oficial, “As entrevistas são feitas presencialmente nos domicílios, com amostra representativa da população adulta.” A metodologia busca garantir dados confiáveis para estimar prevalências e padrões.
Locais envolvidos e tipos de informações coletadas
Além de Manaus, outras sete cidades que participam da fase piloto são: Sobral (CE), Jundiaí (SP), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Santa Cruz do Sul (RS), Campo Grande (MS) e Brasília (DF). Ao todo, são oito localidades.
O levantamento vai estimar a prevalência de transtornos como depressão, ansiedade, uso de álcool e outras drogas, além de comportamentos relacionados ao suicídio, e mostrar como esses problemas se distribuem por diferentes grupos da população.
Uso dos dados, confidencialidade e acesso a serviços
O estudo também vai avaliar o acesso e o uso dos serviços de saúde mental, identificando procura por atendimento, tipos de cuidado oferecidos e barreiras enfrentadas pela população, para apoiar o planejamento de políticas públicas e o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial do SUS.
O ministério destaca que “A participação é voluntária e só ocorre após consentimento do entrevistado.” Além disso, “Todas as informações coletadas são sigilosas, analisadas de forma agregada e protegidas conforme as normas éticas e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).”
Os resultados devem subsidiar decisões sobre ampliação de serviços, alocação de recursos e estratégias preventivas, com foco na melhoria da saúde mental da população adulta em todo o país.











