A dengue já aparece como a arbovirose com mais confirmações no estado nos dois primeiros meses de 2026, em dados que cobrem 1º de janeiro a 21 de fevereiro.
O volume de notificações e a presença de outros vírus transmitidos por mosquitos mostram a necessidade de ações de prevenção nas cidades e zonas rurais.
Os números e orientações foram divulgados pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Dra. Rosemary Costa Pinto, e mostram tendências e recomendações para a população, conforme informação divulgada pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Dra. Rosemary Costa Pinto, FVS-RCP.
Casos registrados e confirmações por arboviroses
O estado registrou 1.824 casos suspeitos de arboviroses no período. Desse total, 222 foram confirmados para dengue, seja por critério laboratorial ou clínico-epidemiológico, conforme o Informe Epidemiológico.
Além da dengue, também foram confirmados cinco casos de chikungunya, dois de febre de Mayaro, dois de zika e um caso de febre Oropouche. Os dados estão sujeitos a atualização.
Municípios com maior número de notificações
Entre os municípios com maior número de notificações de casos suspeitos de arboviroses estão Manaus, com 606, Eirunepé, com 165, Envira, com 148, e Jutaí, com 120 notificações.
Outras cidades com números elevados incluem Guajará, 112, Tabatinga, 92, Tefé, 67, Manacapuru, 64, Benjamin Constant, 59, Ipixuna, 54, Humaitá, 53, e Carauari, 49, mostrando dispersão dos sinais da doença pelo estado.
Prevenção, orientação para febre Oropouche e vacinação
A principal forma de prevenção é eliminar locais com água parada, que servem de criadouro para o mosquito transmissor das doenças. Manter quintais limpos e sem acúmulo de matéria orgânica reduz o risco de reprodução dos vetores.
No caso da febre Oropouche, a orientação é evitar entrar em áreas de mata e beira de rios, principalmente entre 9h e 16h, e usar repelente quando possível.
Em relação à proteção por vacina, atualmente, 44 municípios do Amazonas oferecem vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, medida importante para reduzir casos graves e hospitalizações.












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