Cauxi Eletrizado leva cultura amazônica ao Mercado de Origem em Manaus, reunindo frevo, brega rock, samba e artistas locais em festa de rua histórica

No centro histórico de Manaus, o Cauxi Eletrizado transformou o Mercado de Origem em palco da cultura amazônica, com repertório diverso que percorre frevo, marchinhas, brega rock, samba e axé

O bloco realizou sua 14ª edição na segunda-feira, 16, e reuniu centenas de pessoas em uma festa de rua que misturou ritmos tradicionais e contemporâneos.

Com proposta de valorizar a música local, o evento abriu espaço para artistas da região e trouxe ao centro da cidade uma atmosfera contagiante e plural.

Organizadores destacaram a diversidade do repertório e o papel do encontro na valorização da cultura local, conforme informação divulgada pelos organizadores do Cauxi Eletrizado.

Ritmos e identidade

O Cauxi Eletrizado consolidou-se por oferecer um repertório heterogêneo, que vai do frevo e das marchinhas ao brega rock, samba e axé, com pitadas autorais que reforçam a identidade amazônica.

A mistura de estilos aproximou diferentes públicos, e a diversidade musical foi apresentada como elemento central para fortalecer laços entre moradores e visitantes.

Banda anfitriã e presença regional

A banda anfitriã, formada por músicos da Alaídenegão, Cabocrioulo e Os Tucumanus, foi o coração do bloco, garantindo a referência local e mantendo a festa fiel às raízes da região.

O espaço do Mercado de Origem funcionou como palco urbano, conectando a atmosfera histórica do centro com a energia contemporânea do carnaval de rua.

Reação do público e importância cultural

O público participou ativamente, em uma celebração que reafirmou o papel do bloco como um dos grandes eventos carnavalescos da cidade, celebrando a música local e fortalecendo a cultura regional.

“Foi uma experiência maravilhosa participar do Cauxi Eletrizado. O bloco consegue reunir alegria, diversidade e a força da cultura amazônica em um só espaço. É muito bonito ver como a música local movimenta tanta gente e fortalece nossa identidade.”, disse a assistente social Daniele Rodrigues.

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