Beija-Flor do Norte levou para a avenida o enredo Paneiro, comemorando uma década do programa com foco na cultura amazônica e na relação entre mídia e comunidade
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Beija-Flor do Norte desfilou na noite de sexta-feira, 13, no Sambódromo de Manaus, com o enredo “Paneiro: 10 anos iluminando a cultura da Amazônia”.
O trabalho destacou a valorização das tradições da região, o protagonismo cultural da floresta, e a força da comunicação local como elo entre a cultura e a comunidade.
Entre os participantes estavam o apresentador Oyama Filho, produtores do programa Paneiro, além de amigos e artistas locais, como a cantora Márcia Novo, e a emoção foi destacada pelos integrantes da escola, conforme informação divulgada pelo g1.
Desfile e temática
A escola, que integra o grupo de acesso A em Manaus, apresentou um desfile marcado pela valorização dos saberes e símbolos amazônicos. As alegorias e fantasias buscaram ressaltar a ligação entre a floresta e as comunidades ribeirinhas.
O enredo escolheu celebrar os 10 anos do Paneiro, programa da Rede Amazônica, como mote para mostrar como a comunicação regional ilumina histórias, ritmos e memórias locais.
Protagonismo cultural e participações
O desfile trouxe ao público pessoas ligadas ao programa, com destaque para Oyama Filho e produtores do Paneiro, além de artistas locais, entre eles a cantora Márcia Novo, que participaram da homenagem.
A presença de nomes ligados à emissora reforçou o caráter de celebração coletiva, com a comunidade da escola abraçando o tema e reconhecendo a aproximação entre televisão e tradição.
Emoção na avenida
A rainha de bateria, Marcella Maciel, falou sobre o sentimento de dividir o momento com o público. “Hoje a gente trouxe um Carnaval falando sobre a Rede Amazônica e sobre o programa de televisão Paneiro. Trazer esse enredo para a comunidade é muito divertido, porque eles se identificam e abraçam a ideia junto com a gente”, disse Marcella Maciel.
O desfile reafirmou o papel do samba como veículo de memória e resistência cultural, e colocou o Paneiro como símbolo de uma década de interlocução entre mídia e povos da Amazônia.












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