Apreensão de maconha skunk em Manaus, três presos no Centro da cidade, droga encontrada no ramal do Brasileirinho, Jorge Teixeira, e R$ 340 mil em espécie apreendidos
Uma grande operação policial resultou na captura de suspeitos e na apreensão de uma grande quantidade de droga em Manaus.
Agentes prenderam três homens enquanto deixavam uma agência bancária, e localizaram entorpecentes em uma casa na zona leste da capital.
As informações preliminares apontam para um esquema de transporte pelo Rio Negro, liderado por um homem com dupla nacionalidade, conforme informação divulgada pela Polícia Civil.
Prisões e volume apreendido
Três homens suspeitos de integrar uma organização criminosa foram presos com uma tonelada de maconha do tipo skunk, além de R$ 340 mil reais em espécie., segundo a Polícia Civil.
De acordo com a corporação, os suspeitos foram presos em flagrante no Centro do Manaus, nesta segunda-feira (9), quando saíam de uma agência bancária.
A ação foi coordenada para interceptar saques e movimentações financeiras associadas ao grupo, com foco na etapa de distribuição das drogas.
Dinheiro e documentos localizados
Durante as prisões, os agentes apreenderam valores em espécie e documentos que ligam os suspeitos às retiradas bancárias.
Eles carregavam parte do dinheiro e comprovantes de saques que somavam mais de R$ 100 mil, informou a Polícia Civil, o que reforça a suspeita de movimentação financeira para financiar a logística do tráfico.
Local da apreensão e liderança da organização
A droga foi localizada em uma casa no ramal do Brasileirinho, no bairro Jorge Teixeira, zona leste da capital, conforme comunicado oficial.
Segundo a polícia, o grupo era liderado por um homem de 48 anos, com dupla nacionalidade, apontado como responsável pelo transporte de entorpecentes pelo Rio Negro, diz o informe recebido pela investigação.
Investigação e desdobramentos
As investigações continuam para identificar toda a cadeia de distribuição, possíveis cúmplices e rotas utilizadas para o tráfico de skunk na região.
Delegados afirmam que as prisões e apreensões poderão levar a novas fases da operação, com pedidos de prisão preventiva e quebras de sigilo bancário, conforme necessidade das apurações.
Reportagem em atualização, a Polícia Civil segue responsável pelas informações oficiais sobre o caso.












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