Cerca de mil peixes ornamentais da Amazônia foram apreendidos durante uma fiscalização no Aeroporto Internacional de Tabatinga.
Um homem foi preso em flagrante, suspeito de realizar o transporte ilegal dos animais com destino ao exterior, pela fronteira da região.
As ações fazem parte de investigações de fiscalização e inteligência, que visam combater crimes ambientais e proteger a biodiversidade amazônica, conforme informação divulgada pela Polícia Federal.
Apreensão e prisão
Cerca de mil peixes ornamentais da Amazônia foram apreendidos pela Polícia Federal (PF) durante uma fiscalização no Aeroporto Internacional de Tabatinga, no interior do Amazonas, segundo a corporação.
De acordo com a PF, a apreensão aconteceu após investigações que indicavam o transporte ilegal dos peixes, que teriam saído de Manaus e seriam enviados para fora do país por meio da fronteira de Tabatinga.
Condições dos animais e maus-tratos
Durante a abordagem, os policiais encontraram os peixes acondicionados de forma inadequada, em sacos plásticos com pouca quantidade de água, o que caracterizou maus-tratos aos animais.
A constatação das condições e o risco à vida dos animais motivaram a apreensão e a detenção do suspeito, que foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos.
Responsabilidade e enquadramento legal
O suspeito foi encaminhado à delegacia da Polícia Federal e deve responder pelos crimes de contrabando e crime ambiental, conforme a legislação vigente, informou a PF.
As ações da polícia na fronteira buscam interromper rotas de saída ilegal de espécies nativas e responsabilizar quem pratica contrabando de fauna.
Destino dos peixes e medidas de proteção
Os peixes apreendidos foram entregues ao órgão ambiental competente, onde passarão por avaliação técnica e receberão os cuidados necessários, disse a Polícia Federal.
O objetivo é garantir a recuperação dos animais e a destinação correta, conforme normas de proteção à fauna, além de subsidiar as investigações sobre a origem e o destino do transporte ilegal.
Autoridades afirmam que irão manter operações de fiscalização e inteligência na região de fronteira para proteger os recursos naturais e prevenir novos casos de contrabando de peixes ornamentais da Amazônia.











