Uma mulher procurou a polícia após descobrir que um vídeo íntimo havia sido compartilhado em um grupo de mensagens, e a investigação levou à prisão do suspeito em Manaus.
A vítima afirma que foi até a casa do homem sob a promessa de reatar o relacionamento, e que ingeriu bebida oferecida por ele antes de perder a consciência.
As apurações da Polícia Civil culminaram na detenção do suspeito no domingo, conforme informação divulgada pela Polícia Civil do Amazonas.
Como ocorreu o caso
Segundo o relato obtido pelas autoridades, o encontro aconteceu no dia 3 de janeiro deste ano, quando a mulher aceitou ir até a casa do homem a pedido dele, com a justificativa de reatar o relacionamento.
Eles haviam terminado pouco antes, e a vítima, de 43 anos, relatou que ingeriu bebida alcoólica oferecida pelo homem e, em seguida, perdeu a consciência, segundo as declarações reunidas pela investigação.
Investigação e prisão
As investigações começaram dois meses depois, quando a mulher descobriu que o vídeo havia sido divulgado por outra pessoa em um grupo de aplicativo de mensagens.
A prisão ocorreu no domingo 1º, em Manaus, no bairro Lago Azul, na Zona Norte, em ação da Polícia Civil do Amazonas, com participação da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher, DECCM Norte/Leste, conforme os relatos oficiais.
Acusações e defesa
O homem, de 31 anos, vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável e por registro e divulgação de conteúdo pornográfico. A investigação aponta que, nas imagens, a mulher aparece desacordada, o que caracteriza estupro de vulnerável.
O suspeito negou o crime e disse que a relação foi consensual. As autoridades, contudo, afirmam que as imagens mostram que a vítima estava desacordada.
Próximos passos na Justiça
Com a prisão, o suspeito ficará à disposição da Justiça enquanto o caso segue em apuração. A Polícia Civil do Amazonas segue coletando provas e ouvindo testemunhas para complementar o inquérito.
Denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas às autoridades competentes, e casos com divulgação de material íntimo seguem sendo investigados como crimes específicos devido ao potencial de revitimização.












Leave a Reply