O presidente dos Estados Unidos falou por telefone com a imprensa e descreveu como estão os ataques, afirmando que a ação contra o Irã está sendo bem-sucedida e que ainda haverá uma “grande onda” de ofensivas.
Em tom firme, ele ressaltou a superioridade das Forças Armadas americanas e disse não querer um envolvimento prolongado, ao mesmo tempo em que não descartou o envio de mais soldados ao terreno.
As informações foram repassadas em entrevistas a veículos internacionais e em declaração do secretário de Defesa, e trazem detalhes sobre duração, perdas e reações regionais, conforme informação divulgada pela CNN.
O que o presidente disse sobre os ataques ao Irã
Segundo a entrevista por telefone com a CNN, “a entrevista durou nove minutos.” Na conversa, o presidente afirmou que está dando “uma surra” no Irã e que “uma grande onda” de ataques ainda está por vir.
Ele explicou, na mesma entrevista, “Eu acho que está indo muito bem. É algo muito poderoso e nós temos os melhores militares do mundo e estamos usando eles”, e insistiu que não quer que a ofensiva se prolongue.
Sobre o tempo da operação, citou diretamente, “Não quero ver isso durando muito tempo. Sempre achei que duraria quatro semanas e estamos à frente do planejado.”
Possível envio de tropas e declarações públicas
Em outro contato com a imprensa, desta vez ao NY Post, o presidente afirmou que não descarta reforços no Oriente Médio, incluindo tropas terrestres. Ele disse, “Eu não fico com medo de enviar tropas terrestres, tipo, como todo presidente diz, ‘Não haverá tropas no solo.’ Eu não digo isso,”
Em seguida, manteve abertura condicional, afirmando, “Eu digo ‘provavelmente não precisamos delas’, ou ‘se elas fossem necessárias.'” A fala sinaliza que a opção por força terrestre não está totalmente descartada.
Impacto e números citados
Fontes citadas pela imprensa apontam que a operação já teve custo humano, “Até agora, quatro americanos morreram.” A declaração reforça preocupações internas sobre o risco de um engajamento prolongado e o custo para os cofres públicos.
O presidente também afirmou que o governo ofereceu apoio ao povo iraniano, e que, no momento, caberia aos próprios iranianos assumir o futuro do país, mas pediu que civis fiquem em casa, lembrando que “Por enquanto, queremos que todos fiquem dentro de casa. Não está seguro lá fora.”
Reações regionais e posição do Pentágono
Trump comentou que a retaliação iraniana no Oriente Médio pegou parte da região de surpresa, citando ataques a bases americanas e a outros países. Ele disse ainda, “Eles atiraram em um hotel, em um edifício residencial. Isso fez com que eles ficassem com raiva.”
Sobre a escalada, afirmou que “Agora eles querem lutar e estão lutando de forma bastante agressiva. Eles iam ter um envolvimento baixo e agora insistem em se envolver”, e elogiou aliados árabes como “espertos e fortes”.
Na manhã em que as entrevistas foram divulgadas, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que os Estados Unidos vão continuar com os ataques e usou o slogan América em Primeiro Lugar para justificar a resposta, declarando, “Se vocês matarem americanos, se ameaçarem americanos em qualquer lugar da Terra, nós vamos caçá-los sem pedir desculpas e sem hesitação, e vamos matá-los”.
Analistas e alguns congressistas republicanos já manifestaram preocupação com o risco de uma nova “guerra sem fim”, citando custos financeiros e a possibilidade de mais vítimas militares, enquanto a base de apoio do presidente tende a apoiar as ações contra o Irã.












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