Adriano Costa da Silva é preso em Rorainópolis ao tentar embarcar em ônibus, suspeito de homicídio e ocultação de cadáver no Amazonas após confessar crime

Adriano Costa da Silva, de 39 anos, foi preso enquanto aguardava para embarcar em um ônibus, em Rorainópolis, no Sul de Roraima.

Ele estava foragido da Justiça após o crime cometido no município de Rio Preto da Eva, interior do Amazonas, e tentava continuar a fuga.

Conforme informações da polícia de Rorainópolis e do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a prisão ocorreu nesta sexta-feira, quando o suspeito foi reconhecido e detido pela equipe local.

Prisão na rodoviária

A prisão foi realizada pelo delegado Rick Silva e Silva, titular da Delegacia de Rorainópolis, por volta das 15h, no momento em que o suspeito aguardava para embarcar em um ônibus para fugir.

O homem foi detido e encaminhado à unidade policial, onde permanecerá à disposição da Justiça enquanto seguem os procedimentos legais.

Confissão e localização do corpo

Segundo relatos feitos à polícia, Adriano Costa da Silva, de 39 anos, confessou crime a uma amiga e indicou onde ocultou corpo de conhecido no AM, e com essas informações amigos da vítima iniciaram buscas.

O corpo de José da Conceição foi encontrado parcialmente enterrado em uma cova rasa, em um terreno de um sítio vizinho ao que a vítima residia, segundo as informações repassadas pelas testemunhas.

A perícia constatou que José da Conceição sofreu diversas lesões com características de golpes de faca na parte frontal do corpo e nas costas, conforme laudo inicial divulgado pela equipe técnica.

Medidas judiciais e enquadramento

A juíza plantonista Fabíola de Souza Bastos Silva, do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, decretou a prisão preventiva do suspeito nesta sexta-feira, segundo relatório do TJAM.

O preso vai responder pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, e permanecerá à disposição da Justiça enquanto são adotadas as providências processuais e de transferência, quando cabível.

Familiares da vítima foram comunicados e acompanham as etapas da investigação, que seguirá com a apuração da motivação e das circunstâncias do crime, com apoio das equipes forenses e policiais.

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