Thiago, 20 anos, morre após explosão em barco no AM com 90% do corpo queimado durante transferência de combustível no Rio Solimões, internado no HPS 28 de Agosto

Thiago da Silva Aquino, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos sofridos na explosão que atingiu duas embarcações no Rio Solimões, entre os municípios de Anamã e Anori, e morreu em Manaus no sábado (7).

O acidente ocorreu no dia 29 de janeiro durante a transferência de combustível entre os barcos na comunidade São Jorge, quando um dos barcos, usado para venda de gasolina, explodiu e provocou um incêndio de grandes proporções.

Thiago teve cerca de 90% do corpo queimado e estava internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva, no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, para onde foi transferido de helicóptero após os primeiros atendimentos em Manacapuru, conforme informação divulgada pelo Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

O acidente e as vítimas

A explosão na comunidade São Jorge causou um incêndio que se espalhou rapidamente pelas duas embarcações. Ao todo, quatro pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas ao HPS 28 de Agosto.

Duas delas, que apresentaram ferimentos menos graves e ficaram na enfermaria, já receberam alta médica. Além de Thiago, Eduardo Bertoline de Sales, de 33 anos, também ficou gravemente ferido e segue internado, sem informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

Atendimento e transferência

Após o acidente, as equipes locais prestaram os primeiros socorros, e as vítimas mais graves foram transportadas para Manaus por helicóptero. Thiago deu entrada na UTI do Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, onde permaneceu em estado grave até a morte no sábado (7).

Investigação

As circunstâncias da explosão ainda são alvo de investigação pelas autoridades. A hipótese inicial aponta para risco no transbordo de combustível entre embarcações, e será verificada a responsabilidade pelo armazenamento e manuseio da gasolina no local.

Impacto local

Moradores da comunidade São Jorge e autoridades municipais de Anamã e Anori acompanharam os desdobramentos do acidente, que deixou marcas profundas pela gravidade das queimaduras e pelo risco associado ao comércio de combustível em embarcações no interior do Amazonas.

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