A Fundação Paulo Feitoza lançou um modelo de Ensino Médio Técnico que conecta formação técnica e experiências práticas dentro de um parque tecnológico em funcionamento, visando antecipar as necessidades do mercado digital.
O curso, com carga horária estendida e em tempo integral, reúne conteúdos técnicos, projetos práticos e desenvolvimento pessoal, permitindo que os estudantes acompanhem soluções reais em ambientes de P&D, startups e laboratórios.
A proposta estimula o protagonismo do estudante e a aprendizagem baseada em projetos, alinhando desafios reais ao currículo, conforme informação divulgada pela Fundação Paulo Feitoza (FPFtech).
Metodologia centrada no estudante e protagonismo
O modelo da FPFtech prioriza uma abordagem centrada no estudante, onde os projetos surgem a partir de problemas reais e cotidianos, conectados ao mercado e às transformações digitais.
Ao colocar o jovem no centro do processo, a instituição busca formar pessoas capazes de pensar criticamente, criar soluções e transformar seu entorno, com ênfase em colaboração, criatividade e resolução de problemas.
Nancy Cavalcante, gestora educacional da FPFtech, afirma, “O nosso aluno aprende dentro de um ecossistema real, onde a tecnologia acontece todos os dias”, destacando a vivência prática como elemento-chave.
Vivência em tecnologias emergentes no parque tecnológico
Os estudantes do Ensino Médio Técnico FPFtech circulam por setores que desenvolvem soluções em inteligência artificial, automação, sistemas embarcados e internet das coisas, vivendo a tecnologia aplicada diariamente.
Essa integração com o parque tecnológico, que abriga P&D, startups e centros de desenvolvimento ligados ao Polo Industrial de Manaus, proporciona contato direto com profissionais e projetos reais.
Mais do que visão teórica, os alunos acompanham processos e práticas que conectam o aprendizado à indústria, ampliando possibilidades de estágio, mentoria e inserção no mercado de trabalho.
Currículo integrado e formação para o século XXI
Além da formação técnica em Desenvolvimento de Software, o currículo inclui temas transversais como inteligência emocional, educação financeira, inglês com foco em fluência, carreira e cidadania digital.
Cada ano do curso tem um eixo de desenvolvimento: no 1º ano, autoconhecimento e gestão das emoções; no 2º, atuação em sociedade; e no 3º, preparação para o mundo do trabalho e da inovação.
Essa combinação busca garantir que a formação técnica tenha propósito, e que os estudantes desenvolvam competências socioemocionais essenciais para carreiras tecnológicas e empreendedoras.
Rotina, segurança e acompanhamento pedagógico
Embora inserido no parque tecnológico, o Ensino Médio Técnico FPFtech ocorre em espaços exclusivos, com rotina planejada e acompanhamento constante da equipe pedagógica, garantindo um ambiente seguro e adequado à faixa etária.
A convivência com profissionais de outras áreas é cuidadosamente organizada, para que os alunos tenham contato com práticas reais sem perder a proteção e o suporte educacional necessário.
Como resume Nancy Cavalcante, gestora educacional, “Não basta ensinar tecnologia, é preciso mostrar seu impacto no mundo, nos negócios e nas pessoas. É isso que a gente faz aqui.”, reforçando a proposta de unir técnica, propósito e impacto social.











