O aumento do nível do Rio Purus provocou a interdição total da ponte sobre o rio Umarí, no km 792,08 da BR-230, neste domingo, afetando o único acesso terrestre ao município de Lábrea, no interior do Amazonas.
Membros da comunidade relatam preocupação com a chegada de suprimentos e com o abastecimento da usina termelétrica que fornece energia à cidade, caso o bloqueio se prolongue.
As informações foram divulgadas à imprensa e confirmadas por órgãos responsáveis, conforme informação divulgada pela Rede Amazônica.
O que foi confirmado pelas autoridades
Segundo os comunicados oficiais, “o bloqueio foi confirmado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ocorre em meio às chuvas acima da média registradas na região.” A avaliação técnica do trecho ficará condicionada à redução do nível das águas.
O DNIT também destacou que “a ponte está submersa devido à elevação das águas e, por isso, o tráfego de veículos foi totalmente suspenso.” Além da cheia, o trecho passará por serviços de manutenção, por isso a interdição foi reforçada por questões de segurança.
Impacto em Lábrea e logística de abastecimento
O bloqueio acende um alerta sobre o fornecimento de itens essenciais para Lábrea, pois, conforme relatado pela fonte, “É por essa rodovia que chegam diariamente suprimentos essenciais, como alimentos, medicamentos e o combustível responsável por manter o funcionamento da usina termelétrica que abastece a cidade com energia elétrica.”
Com a interrupção do tráfego, a cidade pode enfrentar dificuldade de reposição de estoques básicos, e a população local teme isolamento caso o nível do Rio Purus continue subindo nos próximos dias.
Próximos passos e orientações
O DNIT informou que “a liberação da rodovia só deve ocorrer após a redução do nível da água e a realização de vistoria técnica para avaliar as condições estruturais da ponte.” Enquanto isso, a orientação é que motoristas evitem o trecho e fiquem atentos aos comunicados oficiais sobre a BR-230.
Autoridades locais monitoram a situação e avaliam alternativas logísticas, mas a prioridade segue sendo a segurança da população e a integridade da estrutura da ponte até que as condições sejam restabelecidas.











